Últimas Palavras

joiaoNunca assisti às conferências de Henry Kissinger, Bill Clinton, Felipe Gonzales e Fernando Henrique Cardoso. Mas suspeito que não valham quanto cobram. Agora, a confraternização posterior com os convidados especiais dos financiadores dos eventos, aí é outra história.

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Transformar a propaganda internacional das empresas e dos interesses brasileiros em delito é outro exemplo da insana estupidez do conservadorismo brasileiro. Falta reinstalar a lei medieval contra a usura. Não, não o farão, pois aí o banco é mais embaixo.

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Um comentário sobre “Últimas Palavras

  1. Maria Eny Rossetini Paiva disse:Achei muito bom o artigo e tambe9m os cinco temas esatrte9gicos da Fundae7e3o Lemann.Sou uma professora aposentada, do tempo que professor ganhava muito, muito mal, mas tinha formae7e3o e9tica e era constantemente avaliado pelos inspetores (era esse mesmo o nome), diretores e ganhava PONTOS (ne3o dinheiro) pela promoe7e3o. Tais pontos acumulados geravam vantagens para remoe7e3o de escola ou cidade. Ningue9m pensava em ter automf3vel zero, mas todo mundo tinha vergonha de ne3o aprovar seus alunos, nas provas de final de ano. Havia 216, ate9 220 dias letivos, com aulas aos se1bados, usava-se memf3ria, e9 verdade, com muita coisa infatil para a cabee7a, mas pelo menos a inteligeancia era treinada para memorizar. Hoje queremos que o computador do ce9rebro funcione SEM MEMd3RIA. Programas, que HOJE Sc3O PROIBIDOS, eram preocupae7e3o constante do professor. Claro que havia muita coisa errada, mas, acredite, a poledtica ne3o era como a de hoje: FEITA PARA ANALFABETIZAR propositalmente nosso povo. Vocea tem raze3o quando escreve que nenhum super homem vai fazer nosso filme e eu, embora ne3o tenha visto o filme, sou capaz de apostar que ele tambe9m ne3o se atreve a mostrar porque as criane7as americanas tambe9m perderam a capacidade de expresse3o verbal e outras Sere1 por acaso???Parabe9ns pelo trabalho. M. Eny

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